1º. Senhor de Tavarede.
Filho de Aires Gomes de Quadros, fidalgo da Casa do Infante D. Pedro e escrivão da Casa dos Condes de Aveiro, e de D. Antónia de Melo.
Por carta régia de 22 de Dezembro de 1516, foi nomeado adail da praça marroquina de Azamor, cargo que terá desempenhado até 1518.
Casou com D. Genebra de Azevedo, fidalga de Montemor-o-Velho, possuidora de avantajados bens patrimoniais em Tavarede. “De umas casas velhas surgiu o Paço senhorial, com torre de ameias e tudo”.
Em 30 de Novembro de 1522, foi nomeado para exercer as funções de Juiz das Sisas do Couto de Tavarede, tendo-lhe sido concedido o Senhorio local, com vários direitos dominicais, e a posse das lezírias vagas de Buarcos e Vila Verde.
Já anteriormente, em 11 de Abril de 1520, havia emprazado, ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, a lezíria da Aveirôa ou Oveirôa (Morraceira), pelo foro anual de 320 reis.
A Casa de Tavarede, possuidora de imensos domínios patrimoniais, tornou-se numa das mais ricas e poderosas de toda a zona central do País. No ano de 1540, instituiu o morgado de Tavarede, solicitando a sua aprovação ao rei D. João III, que o aprovou quando o requerente, António Fernandes de Quadros, já havia falecido.
Do seu casamento há o registo de dois filhos: Fernão Gomes de Quadros, que lhe sucedeu à frente da Casa de Tavarede, e Filipa de Azevedo de Quadros.
Foi grande benfeitor do convento de Santo António, fundado na Figueira por Frei António de Buarcos. “Tem o padroado da capela mor, como o testemunha o letreiro da sepultura no meio desta, onde foi enterrado no ano de 1540, e o escudo das suas armas gravado do arco da mesma capela e no remate da abóbada”.
“… mando que o meu corpo seja enterrado na capela da igreja do Mosteiro de Santo António, na Figueira. Deixo por minha testamenteira Genebra de Azevedo, minha mulher, e assim a deixo por tutora e curadoura de meus filhos, porquanto a dita Genebra de Azevedo e eu próprio havemos assentado fazer um morgado de todas as nossas terças, ressalvando cada um de nós até cem cruzados, para nossas exéquias e se despenderem no que nós quisermos…”, escreve-se no início do seu testamento de 8 de Maio de 1540.
Filho de Aires Gomes de Quadros, fidalgo da Casa do Infante D. Pedro e escrivão da Casa dos Condes de Aveiro, e de D. Antónia de Melo.
Por carta régia de 22 de Dezembro de 1516, foi nomeado adail da praça marroquina de Azamor, cargo que terá desempenhado até 1518.
Casou com D. Genebra de Azevedo, fidalga de Montemor-o-Velho, possuidora de avantajados bens patrimoniais em Tavarede. “De umas casas velhas surgiu o Paço senhorial, com torre de ameias e tudo”.
Em 30 de Novembro de 1522, foi nomeado para exercer as funções de Juiz das Sisas do Couto de Tavarede, tendo-lhe sido concedido o Senhorio local, com vários direitos dominicais, e a posse das lezírias vagas de Buarcos e Vila Verde.
Já anteriormente, em 11 de Abril de 1520, havia emprazado, ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, a lezíria da Aveirôa ou Oveirôa (Morraceira), pelo foro anual de 320 reis.
A Casa de Tavarede, possuidora de imensos domínios patrimoniais, tornou-se numa das mais ricas e poderosas de toda a zona central do País. No ano de 1540, instituiu o morgado de Tavarede, solicitando a sua aprovação ao rei D. João III, que o aprovou quando o requerente, António Fernandes de Quadros, já havia falecido.
Do seu casamento há o registo de dois filhos: Fernão Gomes de Quadros, que lhe sucedeu à frente da Casa de Tavarede, e Filipa de Azevedo de Quadros.
Foi grande benfeitor do convento de Santo António, fundado na Figueira por Frei António de Buarcos. “Tem o padroado da capela mor, como o testemunha o letreiro da sepultura no meio desta, onde foi enterrado no ano de 1540, e o escudo das suas armas gravado do arco da mesma capela e no remate da abóbada”.
“… mando que o meu corpo seja enterrado na capela da igreja do Mosteiro de Santo António, na Figueira. Deixo por minha testamenteira Genebra de Azevedo, minha mulher, e assim a deixo por tutora e curadoura de meus filhos, porquanto a dita Genebra de Azevedo e eu próprio havemos assentado fazer um morgado de todas as nossas terças, ressalvando cada um de nós até cem cruzados, para nossas exéquias e se despenderem no que nós quisermos…”, escreve-se no início do seu testamento de 8 de Maio de 1540.
(caderno: Tavaredenses com história)